Procurar um tratamento para ronco e apneia em Valinhos é importante quando o ronco se torna frequente, prejudica o descanso ou vem acompanhado por pausas respiratórias, engasgos e cansaço durante o dia.
Embora muitas vezes seja tratado como uma situação comum, o ronco pode indicar que o ar está encontrando dificuldade para passar pelas vias respiratórias. Quando a obstrução provoca interrupções repetidas da respiração, pode existir apneia obstrutiva do sono.
O tratamento correto não deve apenas silenciar o ronco. Ele precisa melhorar a respiração durante o sono e ser acompanhado de acordo com o diagnóstico de cada paciente.
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📍 Valinhos
Av. Joaquim Alves Corrêa, 4480 – Sala 1
Por que algumas pessoas roncam?
Quando dormimos, os músculos da garganta relaxam.
Em algumas pessoas, esse relaxamento faz com que o espaço para a passagem do ar fique menor. O ar encontra resistência, os tecidos vibram e surge o ronco.
Alguns fatores podem favorecer esse estreitamento:
- excesso de peso;
- consumo de álcool;
- dormir de barriga para cima;
- nariz entupido;
- amígdalas aumentadas;
- formato da mandíbula;
- posição da língua;
- uso de medicamentos sedativos;
- envelhecimento;
- características individuais da garganta.
O ronco pode parecer um problema simples, mas vale a pena observar quando ele acontece com frequência.
Confira a playlist de vídeos sobre ronco, apneia do sono e suas consequências
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Como perceber se pode existir apneia do sono?
A pessoa geralmente não percebe que parou de respirar, pois isso acontece enquanto ela está dormindo.
Muitas vezes, quem identifica o problema é alguém que dorme ao lado.
Alguns sinais que merecem atenção são:
- ronco alto;
- pausas silenciosas durante a respiração;
- engasgos;
- sensação de sufocamento;
- despertares frequentes;
- suor noturno;
- boca seca;
- dor de cabeça ao acordar;
- sono não reparador;
- sonolência durante o dia;
- dificuldade de concentração;
- irritação;
- falta de disposição.
A sonolência ao dirigir merece atenção especial, pois pode aumentar o risco de acidentes.
Por que não basta comprar algo para parar de roncar?
Porque o ronco é apenas o som que conseguimos ouvir.
Quando existe apneia do sono, o problema principal é a interrupção ou a redução da passagem do ar.
Um produto pode diminuir a vibração e o barulho sem necessariamente controlar as pausas respiratórias.
Por isso, antes de escolher qualquer tratamento, é importante entender se existe apenas ronco ou se também há apneia do sono, pois a sonolência aumenta o risco de acidentes.
Como é feita a avaliação?
A primeira consulta é um momento para conversar com calma sobre o que está acontecendo.
Você poderá falar sobre:
- quando o ronco começou;
- frequência e intensidade;
- pausas percebidas;
- despertares;
- cansaço;
- sono durante o dia;
- ganho de peso;
- uso de medicamentos;
- consumo de álcool;
- doenças já diagnosticadas;
- tratamentos tentados anteriormente;
- dificuldade de adaptação ao CPAP.
Quando o aparelho intraoral é considerado, também são avaliados os dentes, a gengiva, a mordida e a articulação da mandíbula.
Preciso fazer uma polissonografia?
O exame do sono é muito importante para confirmar ou descartar a presença de apneia.
Ele pode registrar informações como:
- entrada e saída do ar;
- esforço respiratório;
- oxigenação;
- frequência cardíaca;
- posição durante o sono;
- ronco;
- quantidade de interrupções respiratórias.
Alguns exames podem ser feitos em casa. Outros precisam ser realizados em laboratório.
A escolha depende das características do paciente e de outros possíveis problemas do sono.
Como funciona o exame domiciliar?
O paciente recebe um equipamento e orientações para dormir em casa utilizando sensores simples.
Essa modalidade pode ser confortável porque o sono acontece em um ambiente conhecido.
Porém, ela não é indicada para todos os casos. Além disso, dependendo do equipamento, nem todas as informações registradas em laboratório estarão disponíveis.
O exame deve ser solicitado e interpretado dentro de uma avaliação completa.
Quais são as opções de tratamento?
O tratamento pode envolver uma ou mais estratégias:
- controle do peso;
- redução do álcool;
- melhora da respiração nasal;
- mudança da posição de dormir;
- CPAP;
- aparelho intraoral;
- acompanhamento médico;
- avaliação com otorrinolaringologista;
- fonoaudiologia em alguns casos;
- cirurgia quando houver indicação.
Não existe uma alternativa que seja melhor para todas as pessoas.
O tratamento ideal é aquele que consegue controlar a respiração e que o paciente pode utilizar com regularidade.
Como o aparelho intraoral ajuda?
O aparelho intraoral é colocado na boca durante o sono.
Ele mantém a mandíbula em uma posição um pouco mais avançada, ajudando a criar mais espaço na região da garganta.
Isso pode diminuir a vibração dos tecidos e favorecer a passagem do ar.
O aparelho é produzido de acordo com o formato da boca e pode ser ajustado gradualmente.
A adaptação costuma ser acompanhada para encontrar uma posição que ofereça benefício sem causar desconforto excessivo.
O aparelho intraoral é indicado apenas para apneia leve?
Ele é muito utilizado no ronco e na apneia do sono leve ou moderada, mas a decisão não deve se basear apenas na classificação do exame.
Pessoas que não conseguem usar o CPAP também podem ser avaliadas para outras alternativas.
Nos casos mais importantes, o acompanhamento precisa ser ainda mais cuidadoso e a resposta deve ser confirmada por exame.
O profissional deve explicar de maneira clara o que pode ser esperado de cada tratamento.
Quem pode ter dificuldade para utilizar o aparelho?
Algumas condições precisam ser cuidadas antes ou podem dificultar o uso:
- dentes com pouca estabilidade;
- doença gengival ativa;
- cáries extensas;
- próteses soltas;
- dor forte na mandíbula;
- limitação para abrir a boca;
- dificuldade para colocar ou retirar o aparelho.
Isso não significa necessariamente que o paciente nunca poderá utilizá-lo.
Em algumas situações, primeiro é necessário realizar um tratamento odontológico ou adaptar o planejamento.
O aparelho pode causar desconforto?
Nos primeiros dias, é possível sentir a boca diferente.
Algumas pessoas percebem:
- aumento da saliva;
- boca seca;
- sensibilidade nos dentes;
- rigidez na mandíbula ao acordar;
- leve desconforto muscular;
- mudança temporária no encaixe da mordida.
Muitos desses efeitos são passageiros ou podem ser controlados com ajustes e orientações.
Ao longo dos anos, pequenas mudanças dentárias podem acontecer. Por isso, mesmo quem está confortável precisa continuar fazendo acompanhamento.
Como saber se o tratamento está funcionando?
Perceber menos ronco e acordar com mais disposição são bons sinais.
Porém, eles não são suficientes para confirmar que a apneia do sono está controlada.
É importante observar também:
- número de interrupções respiratórias;
- oxigenação;
- qualidade do sono;
- uso regular do aparelho;
- posição da mandíbula;
- conforto;
- efeitos sobre dentes e mordida.
Quando necessário, um novo exame é realizado com o aparelho em uso.
CPAP ou aparelho intraoral?
O CPAP e o aparelho atuam de maneiras diferentes.
O CPAP utiliza uma máscara e envia ar com pressão para impedir o fechamento da garganta.
O aparelho intraoral modifica a posição da mandíbula.
O CPAP geralmente apresenta grande eficácia quando é usado corretamente. Porém, algumas pessoas têm dificuldade com a máscara, o ressecamento ou os vazamentos.
O aparelho intraoral é menor, silencioso e fácil de levar em viagens. Ainda assim, nem todas as pessoas respondem da mesma forma.
A escolha precisa considerar a gravidade da apneia do sono, a saúde geral, a condição dos dentes e a preferência do paciente.
A cirurgia é sempre necessária?
Não.
A cirurgia é apenas uma das possibilidades e costuma ser considerada quando existe uma alteração anatômica importante ou quando outras terapias não apresentaram o resultado esperado.
Dependendo do caso, podem ser avaliados o nariz, as amígdalas, o palato, a língua ou os ossos da face.
Cada procedimento possui objetivos, benefícios e limitações.
Por que preciso continuar o acompanhamento?
O corpo muda com o tempo.
Ganho ou perda de peso, envelhecimento, novos medicamentos e alterações na saúde podem modificar o ronco e a apneia do sono.
No acompanhamento, são avaliados:
- encaixe do aparelho;
- desgaste;
- conforto;
- dentes e gengiva;
- articulação da mandíbula;
- mordida;
- retorno dos sintomas;
- necessidade de novo exame.
Essas consultas ajudam a manter o tratamento funcionando adequadamente.
Perguntas frequentes sobre ronco e apneia
O ronco frequente merece investigação, principalmente quando é alto ou acompanhado de pausas na respiração.
Sim. O peso é apenas um dos fatores. A anatomia da garganta, da mandíbula e da língua também influencia.
Sim. Em algumas mulheres, os sintomas podem aparecer como cansaço, insônia, dor de cabeça e alterações de humor.
Pode ajudar quando a apneia acontece principalmente de barriga para cima, mas nem sempre é suficiente.
A perda de peso pode ajudar bastante, mas a resposta varia. O tratamento não deve ser interrompido sem uma nova avaliação.
Geralmente, sim. Ele atua enquanto permanece colocado.
Não. A placa convencional não possui o mesmo desenho nem a função de avançar a mandíbula.
Pode. Mudanças no peso, no aparelho, na mordida ou na gravidade da apneia podem fazer os sintomas reaparecerem.
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Roncar não deve ser motivo de vergonha. É um sinal de que sua respiração durante o sono pode precisar de atenção.
Investigar o problema é uma forma de cuidar do sono, da disposição e da saúde.
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😴Ronco e Apneia do Sono
O ronco frequente não deve ser ignorado. Em muitos casos, pode ser um sinal de apneia obstrutiva do sono, um distúrbio que compromete a qualidade do sono e pode aumentar o risco de diversas doenças.
A avaliação especializada permite diferenciar um ronco simples de um distúrbio respiratório do sono e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.
Atuamos com diagnóstico individualizado e tratamentos modernos, incluindo aparelhos intraorais personalizados, quando clinicamente indicados.
