O que é o tratamento da apneia do sono?
O tratamento da apneia do sono tem como objetivo melhorar a respiração durante o sono, reduzir as pausas respiratórias, proteger a oxigenação do corpo e melhorar a qualidade do descanso.
A apneia do sono é um distúrbio respiratório caracterizado por interrupções ou reduções repetidas da respiração enquanto a pessoa dorme. Essas alterações podem provocar queda de oxigênio, microdespertares e fragmentação do sono.
Muitas pessoas descobrem a apneia porque roncam alto, acordam cansadas, sentem sono durante o dia ou porque alguém percebe pausas na respiração durante a noite.
O tratamento pode envolver CPAP, aparelho intraoral, mudanças de hábitos, perda de peso, tratamento da respiração nasal, terapia miofuncional e, em alguns casos, cirurgia.
A escolha depende da gravidade da apneia, dos sintomas, da anatomia das vias aéreas, da saúde bucal, da adaptação do paciente e dos resultados do exame do sono.
Por isso, o tratamento da apneia do sono deve ser individualizado. O objetivo não é apenas diminuir o ronco, mas melhorar a respiração e proteger a saúde.
Nesta página você vai aprender
- O que é apneia do sono
- O que é apneia obstrutiva do sono
- Quais são os tipos de apneia
- Quais são os sintomas mais comuns
- Por que a apneia pode ser perigosa
- Como é feito o diagnóstico
- O que é polissonografia
- Quais são os graus da apneia
- Como funciona o CPAP
- Quando o aparelho intraoral pode ser indicado
- Quais mudanças de hábitos ajudam
- Onde realizar avaliação em Campinas, Valinhos, Brooklin e Tatuapé
O que é apneia do sono?
A apneia do sono é um distúrbio respiratório em que a respiração fica reduzida ou interrompida repetidas vezes durante o sono.
Essas interrupções podem durar alguns segundos e se repetir várias vezes ao longo da noite. Em cada episódio, o corpo pode receber menos oxigênio, e o cérebro pode provocar pequenos despertares para restabelecer a respiração.
O problema é que esses despertares nem sempre são percebidos. A pessoa pode achar que dormiu a noite inteira, mas o sono foi interrompido muitas vezes.
Por isso, é comum o paciente com apneia dizer:
“Eu durmo muitas horas, mas acordo cansado.”
A apneia do sono costuma estar associada ao ronco, mas ronco e apneia não são exatamente a mesma coisa. O ronco é o som da vibração dos tecidos da garganta. A apneia é a interrupção ou redução importante da respiração durante o sono.
Quais são os tipos de apneia do sono?
Existem três tipos principais de apneia do sono: obstrutiva, central e mista.
Apneia obstrutiva do sono
A apneia obstrutiva do sono é a forma mais comum. Ela acontece quando há obstrução parcial ou total da passagem do ar pelas vias aéreas superiores durante o sono.
Nesse caso, o cérebro continua enviando o comando para respirar, mas o ar encontra dificuldade para passar porque a garganta se fecha ou fica muito estreita.
É o tipo mais associado ao ronco.
Apneia central do sono
Na apneia central, o problema não está em uma obstrução da garganta. Nesse caso, o cérebro deixa temporariamente de enviar o estímulo adequado para a respiração acontecer.
É uma forma menos comum e pode estar associada a condições neurológicas, cardiovasculares ou ao uso de determinados medicamentos.
Apneia mista
A apneia mista combina características da apneia obstrutiva e da apneia central.
Também é menos comum e exige avaliação especializada.
Confira a playlist de vídeos sobre ronco, apneia do sono e suas consequências
Nesta playlist, você vai entender como o ronco e a apneia do sono podem impactar sua saúde, conhecer os principais riscos e descobrir quais soluções podem ajudar a melhorar sua qualidade de sono e bem-estar.
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O que é apneia obstrutiva do sono?
Quando as pessoas falam em “apneia do sono”, na maioria das vezes estão se referindo à apneia obstrutiva do sono, que é a forma mais comum do problema.
Ela acontece porque, durante o sono, os músculos da garganta relaxam. Em algumas pessoas, esse relaxamento reduz demais o espaço para a passagem do ar.
Quando o ar não passa adequadamente, a respiração diminui ou para por alguns segundos. O cérebro percebe essa dificuldade e provoca um microdespertar para reabrir a via aérea.
Esse ciclo pode se repetir muitas vezes durante a noite.
Fatores como excesso de peso, mandíbula posicionada mais para trás, língua volumosa, obstrução nasal, envelhecimento, consumo de álcool e características anatômicas podem aumentar o risco de apneia obstrutiva.
Ao longo desta página, quando falarmos em apneia do sono, estaremos nos referindo principalmente à apneia obstrutiva do sono, que é a forma mais frequente e a principal associada ao ronco.
Qual é a diferença entre ronco e apneia do sono?
O ronco é o som produzido pela vibração dos tecidos da garganta durante a passagem do ar.
A apneia do sono acontece quando há interrupção ou redução importante da respiração durante o sono.
De forma simples:
- ronco é o barulho;
- apneia é a falha respiratória;
- nem todo ronco é apneia;
- mas a apneia frequentemente vem acompanhada de ronco.
O risco está em tentar tratar apenas o barulho sem investigar se existe apneia.
Um aparelho ou solução qualquer pode até reduzir o som, mas se as pausas respiratórias continuarem acontecendo, o problema principal permanece sem controle.
Por isso, ronco alto, frequente e acompanhado de cansaço ou pausas respiratórias deve ser investigado.
Quais são os sintomas da apneia do sono?
Os sintomas da apneia do sono podem aparecer durante a noite e durante o dia.
Durante o sono, os sinais mais comuns são:
- ronco alto;
- pausas na respiração;
- engasgos;
- acordar sufocado;
- sono agitado;
- suor noturno;
- boca seca ao acordar;
- levantar várias vezes para urinar.
Durante o dia, a pessoa pode apresentar:
- cansaço ao acordar;
- sonolência excessiva;
- dor de cabeça pela manhã;
- irritabilidade;
- dificuldade de concentração;
- falhas de memória;
- baixa produtividade;
- ansiedade;
- alterações de humor;
- sensação de sono não reparador.
Muitos pacientes convivem com esses sintomas por anos sem perceber que a causa pode estar na respiração durante o sono.
Por que a apneia do sono pode ser perigosa?
A apneia do sono pode ser perigosa porque interfere diretamente na respiração, na oxigenação e na qualidade do sono.
Quando a respiração para ou reduz repetidamente, o corpo pode sofrer quedas de oxigênio. Para reagir, o cérebro ativa mecanismos de alerta, aumentando a atividade do sistema nervoso e a liberação de hormônios do estresse, como o cortisol.
Isso faz com que o organismo permaneça em estado de alerta durante a noite, quando deveria estar descansando.
Com o tempo, a apneia do sono pode estar associada a:
- hipertensão arterial;
- maior risco cardiovascular;
- arritmias;
- piora do controle glicêmico;
- sonolência ao dirigir;
- acidentes por falta de atenção;
- queda de memória;
- dificuldade de concentração;
- piora da qualidade de vida;
- impacto emocional e relacional.
Por isso, tratar a apneia não é apenas uma questão de dormir melhor. É uma forma de proteger a saúde.
Apneia do sono pode causar cansaço mesmo dormindo muitas horas?
Sim. Esse é um dos sinais mais comuns.
A pessoa pode dormir 7, 8 ou até 9 horas e ainda assim acordar cansada. Isso acontece porque a apneia fragmenta o sono.
Cada pausa respiratória pode provocar um microdespertar. Mesmo que o paciente não acorde completamente, o cérebro sai das fases mais profundas do sono para restabelecer a respiração.
Com isso, o sono perde qualidade.
É como se a pessoa passasse a noite inteira tentando descansar, mas o corpo fosse interrompido repetidamente.
Por isso, a queixa de “durmo, mas não descanso” deve ser valorizada, especialmente quando vem acompanhada de ronco.
Quais são os graus da apneia do sono?
A gravidade da apneia costuma ser classificada pelo número de eventos respiratórios por hora de sono, conhecido como índice de apneia e hipopneia.
De forma geral, a apneia pode ser classificada como:
- leve;
- moderada;
- grave.
Essa classificação ajuda a orientar o tratamento.
Casos leves podem responder bem a mudanças de hábitos, aparelho intraoral ou outras abordagens individualizadas.
Casos moderados exigem maior atenção e podem ser tratados com CPAP, aparelho intraoral em situações específicas ou estratégias combinadas.
Casos graves geralmente exigem tratamento mais rigoroso, com maior frequência de indicação de CPAP, sempre considerando a adaptação e as características do paciente.
A gravidade, porém, não deve ser avaliada apenas pelo exame. Sintomas, riscos cardiovasculares, sonolência e condições clínicas também precisam ser considerados.
Como é feito o diagnóstico da apneia do sono?
O diagnóstico começa com uma avaliação clínica.
O profissional investiga sintomas, qualidade do sono, ronco, pausas respiratórias, cansaço diurno e fatores de risco.
Durante a avaliação, podem ser observados:
- padrão do ronco;
- relatos do parceiro ou parceira;
- presença de engasgos noturnos;
- sonolência durante o dia;
- pressão arterial;
- peso corporal;
- circunferência do pescoço;
- respiração nasal;
- anatomia da boca e da garganta;
- posição da mandíbula;
- saúde bucal;
- sinais de bruxismo;
- uso de álcool ou sedativos.
Quando há suspeita de apneia, o exame do sono é fundamental para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade.
O que é polissonografia?
A polissonografia é um exame que registra diferentes parâmetros durante o sono.
Ela pode avaliar respiração, oxigenação, frequência cardíaca, movimentos corporais, ronco e estágios do sono.
Esse exame ajuda a identificar:
- se existem pausas respiratórias;
- quantas vezes elas acontecem;
- se há queda de oxigenação;
- se o sono está fragmentado;
- qual é a gravidade da apneia;
- se há outros distúrbios associados.
Em alguns casos, também pode ser feito um estudo respiratório do sono, dependendo da indicação clínica.
O exame é importante porque orienta a escolha do tratamento. Sem ele, pode ser difícil saber se o ronco é simples ou se faz parte de um quadro de apneia.
Quais são os principais tratamentos da apneia do sono?
O tratamento da apneia do sono pode envolver diferentes abordagens.
As principais opções são:
- CPAP;
- aparelho intraoral;
- perda de peso quando indicada;
- mudanças de hábitos;
- tratamento da respiração nasal;
- terapia miofuncional;
- cirurgia em casos selecionados;
- controle de fatores agravantes.
A escolha depende da gravidade da apneia, dos sintomas, da anatomia da via aérea, da adaptação do paciente e das condições clínicas associadas.
O objetivo é reduzir os eventos respiratórios, melhorar a oxigenação, diminuir a sonolência e tornar o sono mais reparador.
CPAP no tratamento da apneia do sono
O CPAP é uma das principais formas de tratamento da apneia obstrutiva do sono.
Ele funciona enviando ar sob pressão por meio de uma máscara. Esse fluxo de ar ajuda a manter a via aérea aberta durante o sono, evitando os bloqueios respiratórios.
O CPAP costuma ser indicado principalmente em casos de apneia moderada ou grave.
Quando bem ajustado e bem utilizado, pode melhorar significativamente a respiração noturna, reduzir roncos, diminuir sonolência e melhorar a disposição.
No entanto, algumas pessoas têm dificuldade de adaptação. Entre as queixas mais comuns estão desconforto com a máscara, ressecamento, sensação de pressão, ruído, vazamento de ar ou dificuldade para dormir com o equipamento.
Nesses casos, ajustes, troca de máscara, umidificação e acompanhamento profissional podem melhorar a adaptação.
Aparelho intraoral no tratamento da apneia do sono
O aparelho intraoral é uma opção importante no tratamento de alguns casos de apneia obstrutiva do sono.
Ele é usado dentro da boca durante o sono e atua posicionando a mandíbula de forma mais favorável. Esse posicionamento ajuda a ampliar o espaço na garganta, facilitando a passagem do ar.
O aparelho intraoral pode ser indicado para:
- apneia leve;
- alguns casos de apneia moderada;
- ronco associado ao estreitamento da via aérea;
- pacientes que não se adaptam ao CPAP;
- pacientes que precisam de uma opção mais portátil, quando houver indicação.
Esse aparelho deve ser personalizado e acompanhado por um profissional capacitado em odontologia do sono.
Antes da indicação, é necessário avaliar dentes, gengiva, mordida, articulação temporomandibular, musculatura e exames do sono.
CPAP ou aparelho intraoral: qual escolher?
A escolha entre CPAP e aparelho intraoral depende do diagnóstico.
O CPAP costuma ser mais indicado para apneia moderada a grave. O aparelho intraoral pode ser indicado para apneia leve, alguns casos moderados e pacientes que não se adaptam ao CPAP.
De forma geral:
- o CPAP atua com pressão positiva de ar;
- o aparelho intraoral atua reposicionando a mandíbula;
- o CPAP costuma ter maior indicação em quadros graves;
- o aparelho intraoral pode ter boa aceitação em casos selecionados;
- ambos precisam de acompanhamento.
Não existe um tratamento melhor para todos. Existe o tratamento mais adequado para cada pessoa.
Mudanças de hábitos ajudam na apneia do sono?
Sim. Mudanças de hábitos podem ajudar, principalmente quando a apneia está associada ao excesso de peso, consumo de álcool, sedentarismo ou posição de dormir.
Medidas importantes incluem:
- evitar álcool antes de dormir;
- evitar sedativos sem orientação;
- dormir de lado;
- controlar o peso quando necessário;
- manter rotina regular de sono;
- praticar atividade física;
- tratar obstruções nasais;
- evitar refeições pesadas à noite.
Essas medidas podem reduzir a intensidade dos sintomas, mas nem sempre substituem tratamentos como CPAP ou aparelho intraoral.
Elas devem ser vistas como parte de um plano terapêutico.
Tratamento da respiração nasal
A respiração nasal tem papel importante na qualidade do sono.
Quando o nariz está obstruído, a pessoa tende a respirar mais pela boca durante a noite. Isso pode favorecer ronco, ressecamento, piora da qualidade do sono e dificuldade de adaptação ao CPAP ou ao aparelho intraoral.
Rinite, desvio de septo, pólipos nasais e outras alterações devem ser avaliadas quando há queixa de nariz entupido ou respiração bucal.
Em muitos casos, melhorar a respiração nasal ajuda a tornar o tratamento da apneia mais eficiente e confortável.
Terapia miofuncional pode ajudar?
A terapia miofuncional trabalha a musculatura da língua, lábios, bochechas e garganta.
Em alguns casos, exercícios específicos podem ajudar a melhorar o tônus muscular e a função das vias aéreas superiores.
Ela pode ser usada como terapia complementar, especialmente em casos leves ou como parte de um tratamento integrado.
A indicação deve ser individualizada.
Cirurgia para apneia do sono
A cirurgia pode ser indicada em situações específicas, principalmente quando existe uma alteração anatômica importante contribuindo para a obstrução das vias aéreas.
Isso pode incluir obstruções nasais, amígdalas aumentadas ou outras alterações estruturais.
Nem todo paciente com apneia precisa de cirurgia. A indicação deve ser cuidadosa e baseada em avaliação clínica e exames.
Em muitos casos, CPAP, aparelho intraoral e mudanças de hábitos são considerados antes da cirurgia.
A apneia do sono tem cura?
Depende da causa, da gravidade e das características do paciente.
Em alguns casos, mudanças importantes de peso, tratamento de obstruções anatômicas ou intervenções específicas podem reduzir muito ou até controlar o quadro.
Em outros casos, a apneia precisa ser controlada continuamente com CPAP, aparelho intraoral ou outras estratégias.
Mais importante do que falar em cura é garantir controle adequado da respiração durante o sono.
Quando bem tratada, a apneia pode ter grande melhora nos sintomas, na qualidade do sono e na segurança respiratória.
O que acontece se a apneia não for tratada?
Quando não tratada, a apneia do sono pode continuar fragmentando o sono e sobrecarregando o organismo noite após noite.
Com o tempo, isso pode contribuir para:
- cansaço crônico;
- piora da memória;
- dificuldade de concentração;
- sonolência diurna;
- irritabilidade;
- queda de produtividade;
- piora da pressão arterial;
- maior risco cardiovascular;
- piora da qualidade de vida;
- impacto no relacionamento;
- risco de acidentes por sonolência.
Por isso, a apneia não deve ser ignorada.
Quando procurar tratamento para apneia do sono?
Procure avaliação se você apresenta:
- ronco alto e frequente;
- pausas respiratórias durante o sono;
- acordar engasgado;
- sono agitado;
- sonolência durante o dia;
- cansaço ao acordar;
- pressão alta;
- dor de cabeça pela manhã;
- dificuldade de concentração;
- irritabilidade;
- boca seca ao acordar;
- sono ao dirigir.
Quanto mais cedo o quadro for identificado, melhor pode ser o controle dos sintomas e dos riscos associados.
Perguntas frequentes sobre tratamento da apneia do sono
Sim. A apneia do sono tem tratamento. As opções incluem CPAP, aparelho intraoral, mudanças de hábitos, tratamento nasal, terapia miofuncional e cirurgia em casos específicos.
O melhor tratamento depende da gravidade da apneia, dos sintomas, do exame do sono e das características individuais do paciente.
Não necessariamente. O CPAP é muito indicado em casos moderados e graves, mas alguns pacientes podem ter indicação de aparelho intraoral ou outras abordagens.
Pode tratar alguns casos, principalmente apneia leve, alguns casos moderados e pacientes que não se adaptam ao CPAP.
A apneia do sono não deve ser ignorada. Quando não tratada, pode estar associada a riscos cardiovasculares, sonolência e piora da saúde geral.
Não. Nem todo ronco é apneia. Mas ronco alto, frequente e acompanhado de pausas respiratórias deve ser investigado.
A suspeita surge por sintomas como ronco alto, pausas respiratórias, cansaço e sonolência. O diagnóstico costuma ser confirmado por exame do sono.
Emagrecer pode ajudar muito quando o excesso de peso contribui para a apneia, mas nem sempre é suficiente como único tratamento.
Sim. Como o sono fica fragmentado, a pessoa pode sentir muito sono durante o dia, mesmo dormindo por várias horas.
A apneia pode ser avaliada por profissionais com atuação em sono. Médicos do sono, otorrinolaringologistas e dentistas capacitados em odontologia do sono podem participar do diagnóstico e tratamento.
Sobre o Dr. Paulo Coelho
O Prof. Dr. Paulo Coelho é Ortodontista, Mestre em Ortodontia, Professor de Ortodontia e atua no tratamento do ronco e da apneia do sono por meio da odontologia do sono.
Seu trabalho envolve avaliação individualizada, diagnóstico, orientação terapêutica e indicação de aparelho intraoral quando esse tratamento é adequado para o paciente.
Atendimento em Campinas, Valinhos, Brooklin e Tatuapé.
Conclusão
A apneia do sono é um distúrbio respiratório que pode comprometer a qualidade do sono, a oxigenação e a saúde geral.
Ela pode se manifestar por ronco alto, pausas respiratórias, cansaço ao acordar, sonolência durante o dia, irritabilidade, dificuldade de concentração e pressão alta.
O tratamento da apneia do sono deve ser individualizado. Pode envolver CPAP, aparelho intraoral, mudanças de hábitos, tratamento nasal, terapia miofuncional ou cirurgia em casos específicos.
O mais importante é não tratar apenas o barulho do ronco. É preciso entender se a respiração está sendo prejudicada durante o sono.
Quando a apneia é diagnosticada e tratada corretamente, o paciente pode dormir melhor, respirar melhor e recuperar mais qualidade de vida.
Nossas unidades
📍 Campinas
Tratamento para Ronco em Campinas
Rua Antônio Lapa, 1020 – Cambuí – Campinas/SP
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📍 Valinhos
Tratamento para Ronco em Valinhos
Av. Joaquim Alves Corrêa, 4480 – Sala 1
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📍 Brooklin
Tratamento para Ronco no Brooklin
R. Alcides Ricardini Neves, 12
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📍 Tatuapé
Tratamento para Ronco no Tatuapé
R. Cantagalo, 692 – Conj. 618
