tratamento para ronco e apneia em Campinas

O tratamento para ronco e apneia em Campinas deve começar pela investigação da causa da dificuldade respiratória durante o sono.

Roncar frequentemente não significa apenas produzir um barulho. O som surge quando o ar atravessa uma região estreitada e provoca a vibração dos tecidos das vias respiratórias. Em alguns pacientes, o ronco pode estar relacionado à apneia obstrutiva do sono.

Durante a apneia, a passagem do ar fica repetidamente reduzida ou bloqueada. Esses eventos podem fragmentar o sono, comprometer a oxigenação e contribuir para cansaço, sonolência, irritabilidade e dificuldade de concentração.

Por isso, o tratamento não deve ser escolhido apenas pela intensidade do ronco. É necessário considerar os sintomas, o exame do sono, a anatomia das vias respiratórias, as condições bucais e a possibilidade de utilizar a terapia regularmente.

O atendimento para ronco e apneia em Campinas é realizado no bairro Cambuí:

Rua Antônio Lapa, 1020 — Cambuí — Campinas/SP

Agende sua avaliação pelo WhatsApp

Veja a localização no Google Maps

Resposta rápida

As principais opções de tratamento para ronco e apneia incluem:

  • mudanças de hábitos;
  • controle do peso, quando necessário;
  • tratamento de obstruções nasais;
  • terapia posicional;
  • CPAP;
  • aparelho intraoral individualizado;
  • terapia miofuncional;
  • avaliação otorrinolaringológica;
  • cirurgia em casos selecionados;
  • combinação de diferentes abordagens.

Não existe um tratamento único para todas as pessoas.

O CPAP utiliza pressão positiva para manter as vias respiratórias abertas. Já o aparelho intraoral individualizado mantém a mandíbula em uma posição mais favorável à passagem do ar.

A escolha depende do diagnóstico e da gravidade da apneia. O aparelho intraoral pode ser considerado principalmente em casos selecionados de ronco, apneia leve, alguns quadros moderados e dificuldade de adaptação ao CPAP.

Entenda as diferenças

CPAP ou aparelho intraoral: qual é o melhor?

Neste vídeo, o Dr. Paulo Coelho explica as diferenças entre o CPAP e o aparelho intraoral individualizado no tratamento do ronco e da apneia do sono, incluindo indicações, adaptação e acompanhamento.

Está em dúvida sobre qual tratamento pode ser mais adequado para o seu caso? Agende uma avaliação individualizada.

Agende sua avaliação pelo WhatsApp →

A escolha entre o CPAP e o aparelho intraoral depende do diagnóstico, da gravidade da apneia, das características das vias aéreas e da adaptação de cada paciente.

Quando o ronco precisa ser investigado?

O ronco ocasional pode acontecer durante um resfriado, após o consumo de bebidas alcoólicas ou quando a pessoa dorme de barriga para cima.

Entretanto, um ronco frequente, intenso ou acompanhado de outros sintomas merece avaliação.

Alguns sinais de alerta são:

  • pausas respiratórias observadas por outra pessoa;
  • engasgos ou sensação de sufocamento;
  • despertares frequentes;
  • sono agitado;
  • boca seca ao acordar;
  • dor de cabeça pela manhã;
  • cansaço mesmo após várias horas na cama;
  • sonolência durante o dia;
  • cochilos involuntários;
  • dificuldade de memória e concentração;
  • irritabilidade;
  • pressão arterial difícil de controlar.

A ausência de sonolência não exclui a apneia. Algumas pessoas apresentam poucos sintomas perceptíveis, mesmo com alterações respiratórias durante o sono.

Para compreender melhor os sinais de alerta, consulte quando o ronco é preocupante.

Qual é a diferença entre ronco e apneia do sono?

O ronco é produzido pela vibração dos tecidos das vias respiratórias quando o ar passa por uma região estreitada.

Na apneia obstrutiva do sono, ocorre uma redução importante ou uma interrupção da passagem do ar, apesar do esforço do organismo para respirar.

Esses eventos podem se repetir diversas vezes durante a noite.

Uma pessoa pode roncar sem apresentar apneia, mas não é possível diferenciar as duas condições apenas pelo volume ou pelo tipo de som.

Também não é correto concluir que a apneia foi controlada somente porque o ronco diminuiu.

A avaliação clínica e o exame do sono ajudam a distinguir o ronco primário da apneia obstrutiva.

Leia também sobre a diferença entre ronco e apneia do sono.

Como é feito o diagnóstico da apneia do sono?

A investigação começa com uma conversa detalhada sobre:

  • qualidade do sono;
  • frequência do ronco;
  • pausas respiratórias;
  • engasgos;
  • sonolência;
  • medicamentos utilizados;
  • consumo de álcool;
  • mudanças de peso;
  • doenças associadas;
  • observações de quem divide o quarto.

Também podem ser avaliados:

  • peso e circunferência do pescoço;
  • respiração nasal;
  • garganta e amígdalas;
  • posição da língua;
  • palato;
  • posição da mandíbula;
  • dentes e gengivas;
  • mordida;
  • articulações temporomandibulares;
  • presença de bruxismo;
  • histórico cardiovascular e metabólico.

A confirmação da apneia normalmente depende de um exame do sono.

A American Academy of Sleep Medicine recomenda que os testes diagnósticos sejam interpretados dentro de uma avaliação abrangente do sono e com acompanhamento adequado. A polissonografia permanece como exame de referência, embora o teste domiciliar possa ser utilizado em adultos selecionados.

Existe polissonografia domiciliar em Campinas?

A polissonografia domiciliar permite registrar determinados parâmetros respiratórios enquanto o paciente dorme em casa.

Dependendo do equipamento, ela pode analisar informações como:

  • fluxo respiratório;
  • esforço para respirar;
  • oxigenação;
  • frequência cardíaca;
  • ronco;
  • posição corporal.

O exame domiciliar pode ser indicado para adultos selecionados com suspeita de apneia obstrutiva do sono.

Entretanto, ele não é apropriado para todos os casos. Algumas pessoas precisam de uma polissonografia completa realizada em laboratório, especialmente quando existem condições clínicas que exigem uma avaliação mais ampla.

O resultado não deve ser analisado isoladamente. A quantidade de eventos precisa ser interpretada junto com:

  • quedas de oxigenação;
  • sintomas;
  • doenças associadas;
  • posição de dormir;
  • histórico clínico.

Quais são os tratamentos para ronco e apneia?

O tratamento depende da origem do problema e da gravidade do distúrbio respiratório.

As principais possibilidades incluem:

  • mudanças de hábitos;
  • controle do peso;
  • tratamento da respiração nasal;
  • terapia posicional;
  • CPAP ou APAP;
  • aparelho intraoral individualizado;
  • terapia miofuncional;
  • avaliação otorrinolaringológica;
  • cirurgia em situações específicas.

O National Heart, Lung, and Blood Institute inclui mudanças de estilo de vida, pressão positiva, dispositivos orais, terapia orofacial e procedimentos cirúrgicos entre as opções para apneia do sono.

Em alguns pacientes, duas ou mais abordagens podem ser combinadas.

Para uma visão completa, consulte a página sobre tratamento da apneia do sono.

Como funciona o CPAP?

O CPAP envia um fluxo de ar por meio de uma máscara nasal, facial ou de almofadas nasais.

Essa pressão ajuda a impedir que a garganta se feche durante o sono.

Quando está adequadamente configurado e é utilizado durante toda a noite, o CPAP pode:

  • reduzir apneias e hipopneias;
  • melhorar a oxigenação;
  • diminuir o ronco;
  • reduzir microdespertares;
  • favorecer um sono mais contínuo;
  • melhorar a sonolência em pacientes sintomáticos.

O CPAP é uma terapia comum e eficaz para apneia, mas seus resultados dependem do uso regular.

Conheça em detalhes como funciona o CPAP.

O CPAP é indicado somente para apneia grave?

Não.

O CPAP pode ser utilizado em diferentes níveis de gravidade, conforme:

  • quantidade de eventos respiratórios;
  • oxigenação;
  • sonolência;
  • pressão arterial;
  • doenças associadas;
  • risco ao dirigir;
  • profissão;
  • preferência e adaptação do paciente.

Na apneia moderada ou grave, especialmente quando existem quedas relevantes de oxigenação, o CPAP frequentemente possui um papel importante.

O que fazer quando não existe adaptação ao CPAP?

Algumas pessoas apresentam dificuldade com:

  • máscara desconfortável;
  • vazamento de ar;
  • boca seca;
  • ressecamento nasal;
  • nariz entupido;
  • sensação de pressão;
  • dificuldade para expirar;
  • marcas no rosto;
  • ruído;
  • condensação no tubo;
  • claustrofobia;
  • retirada involuntária da máscara.

Antes de abandonar o tratamento, é importante revisar:

  • tipo e tamanho da máscara;
  • regulagem das tiras;
  • presença de vazamentos;
  • umidificação;
  • temperatura do tubo;
  • pressão;
  • recurso de rampa;
  • alívio expiratório;
  • obstrução nasal;
  • tempo e método de adaptação.

Congestão, coriza, boca seca e sangramento nasal estão entre os possíveis efeitos relacionados ao uso do CPAP.

Quando essas medidas não resolvem o problema, podem ser discutidas alternativas ao CPAP.

Como funciona o aparelho intraoral para ronco e apneia?

O aparelho intraoral individualizado é utilizado dentro da boca durante o sono.

O modelo mais empregado mantém a mandíbula levemente posicionada para a frente. Esse avanço pode levar a língua para uma posição mais favorável e ampliar o espaço disponível para a passagem do ar.

O aparelho não produz pressão e não utiliza energia elétrica.

Seu mecanismo é diferente do CPAP:

TratamentoComo atua
CPAPUtiliza pressão positiva para manter a via respiratória aberta
Aparelho intraoralReposiciona a mandíbula e favorece o espaço atrás da língua

O dispositivo deve ser confeccionado a partir da avaliação dos dentes, da gengiva, da mordida, dos movimentos mandibulares e das articulações.

Também precisa permitir ajustes progressivos.

Esse processo, chamado de titulação, procura encontrar uma posição que produza benefício respiratório sem avançar a mandíbula além do necessário.

As diretrizes conjuntas da AASM e da AADSM recomendam, quando a terapia oral é escolhida, o uso de um aparelho individualizado e ajustável, acompanhado por dentista qualificado.

Entenda melhor como funciona o aparelho intraoral.

Para quem o aparelho intraoral pode ser indicado?

O aparelho pode ser considerado para adultos com:

  • ronco primário;
  • apneia obstrutiva leve;
  • determinados casos de apneia moderada;
  • dificuldade persistente de adaptação ao CPAP;
  • preferência por uma alternativa, quando clinicamente possível;
  • necessidade de uma opção portátil;
  • indicação para tratamento combinado.

A indicação não deve ser definida apenas pela classificação da apneia.

Também precisam ser avaliados:

  • quedas de oxigenação;
  • sonolência;
  • doenças cardiovasculares;
  • anatomia;
  • posição dos eventos;
  • peso;
  • estabilidade dos dentes;
  • saúde da gengiva;
  • capacidade de avanço mandibular;
  • articulações;
  • possibilidade de acompanhamento.

O dispositivo oral pode ser prescrito para pacientes que não desejam ou não conseguem tolerar o CPAP, desde que exista indicação clínica adequada.

O aparelho pode ser usado na apneia grave?

Na apneia grave, o CPAP normalmente continua sendo uma das principais opções por sua capacidade de controlar grande quantidade de eventos respiratórios e melhorar a oxigenação.

O aparelho intraoral não deve ser apresentado como substituto automático nesses casos.

Ele pode ser discutido em situações selecionadas, como:

  • intolerância persistente ao CPAP;
  • impossibilidade de uso regular;
  • tratamento combinado;
  • características anatômicas favoráveis;
  • acompanhamento conjunto;
  • confirmação do resultado por exame.

A diminuição do ronco não é suficiente para comprovar o controle da apneia grave.

Qual é a diferença entre o aparelho individualizado e o comprado pela internet?

O aparelho individualizado é planejado de acordo com:

  • dentes;
  • mordida;
  • mobilidade mandibular;
  • articulações;
  • quantidade de avanço necessária;
  • resposta clínica;
  • acompanhamento.

Os produtos genéricos vendidos pela internet normalmente não oferecem o mesmo nível de adaptação, controle e supervisão.

Um dispositivo inadequado pode provocar:

  • dor nos dentes;
  • feridas;
  • desconforto muscular;
  • dor ou estalos na articulação;
  • salivação excessiva;
  • boca seca;
  • alterações na mordida;
  • movimentação dentária;
  • abandono do tratamento;
  • falsa impressão de que a apneia está controlada.

Diminuir o barulho não significa necessariamente controlar as interrupções respiratórias.

Leia também se o aparelho anti-ronco comprado pela internet é seguro.

O que é avaliado antes da confecção do aparelho?

Antes do tratamento, é necessário realizar uma avaliação odontológica.

São examinados:

  • quantidade e estabilidade dos dentes;
  • presença de cáries;
  • saúde periodontal;
  • próteses;
  • implantes;
  • mordida;
  • capacidade de movimentar a mandíbula;
  • músculos mastigatórios;
  • articulações temporomandibulares;
  • bruxismo;
  • presença de dor orofacial.

Problemas odontológicos ativos podem precisar ser tratados antes da confecção do aparelho.

O escaneamento ou as moldagens e o registro da posição mandibular devem representar com precisão a boca do paciente.

Quem possui implantes ou próteses pode usar?

Pode ser possível, mas depende das condições encontradas.

A avaliação considera:

  • quantidade e distribuição dos dentes;
  • posição dos implantes;
  • estabilidade das próteses;
  • tipo de prótese;
  • retenção disponível;
  • saúde periodontal;
  • forças produzidas pelo aparelho.

Implantes ou próteses não representam contraindicação automática, mas precisam ser incluídos no planejamento.

Quem possui bruxismo pode usar aparelho intraoral?

O bruxismo também não impede automaticamente o tratamento.

Entretanto, pode influenciar:

  • escolha do material;
  • desenho do aparelho;
  • resistência;
  • retenção;
  • desgaste;
  • frequência dos controles.

O aparelho para ronco e apneia não é igual a uma placa convencional para bruxismo. Os dois dispositivos possuem objetivos e mecanismos diferentes.

Como é feito o acompanhamento?

Depois da instalação, o paciente passa por uma fase de adaptação e ajustes.

As consultas servem para acompanhar:

  • redução do ronco;
  • melhora dos engasgos;
  • qualidade do sono;
  • conforto;
  • efeitos sobre dentes e gengivas;
  • músculos;
  • articulações;
  • alterações na mordida;
  • posição mandibular utilizada;
  • necessidade de novos ajustes;
  • desgaste do aparelho.

Após a adaptação, um novo exame do sono pode ser solicitado para verificar objetivamente a resposta.

O acompanhamento continua importante mesmo quando o paciente percebe melhora. Pessoas diagnosticadas com apneia precisam de revisões periódicas para confirmar que o tratamento permanece eficaz.

CPAP ou aparelho intraoral: qual é melhor?

Não existe um vencedor universal.

O CPAP costuma apresentar maior capacidade de reduzir eventos respiratórios e melhorar a oxigenação.

O aparelho intraoral pode oferecer boa adaptação para pacientes selecionados, além de ser compacto, silencioso e fácil de transportar.

A escolha precisa equilibrar:

  • eficácia;
  • segurança;
  • adaptação;
  • frequência de uso;
  • condições clínicas;
  • condições bucais;
  • resultado comprovado.

O aparelho intraoral não deve ser apresentado como concorrente do CPAP. São tratamentos diferentes e, em alguns pacientes, podem até ser combinados.

Veja o comparativo completo entre CPAP ou aparelho intraoral.

Mudanças de hábitos conseguem acabar com o ronco?

Algumas mudanças podem reduzir o ronco e colaborar com o tratamento da apneia:

  • controlar o peso;
  • praticar atividade física compatível com a saúde;
  • evitar álcool próximo ao horário de dormir;
  • não fumar;
  • manter horários regulares;
  • tratar a obstrução nasal;
  • evitar dormir de barriga para cima quando existe apneia posicional.

Essas medidas são importantes, mas nem sempre substituem CPAP ou aparelho intraoral.

O NHLBI inclui controle do peso, atividade física, hábitos regulares de sono, redução do álcool e interrupção do cigarro entre as medidas que podem participar do tratamento.

Não é recomendável interromper uma terapia prescrita apenas porque houve emagrecimento ou melhora subjetiva. Um novo exame pode ser necessário.

O tratamento é definitivo?

Em muitos pacientes, a apneia é uma condição que precisa de controle contínuo.

O CPAP e o aparelho intraoral atuam enquanto são utilizados.

A gravidade pode se modificar ao longo do tempo devido a:

  • ganho ou perda de peso;
  • envelhecimento;
  • alterações hormonais;
  • mudanças anatômicas;
  • uso de determinados medicamentos;
  • consumo de álcool;
  • surgimento de outras doenças.

Por isso, avaliações periódicas são importantes.

O aparelho intraoral pode precisar de ajustes, manutenção ou substituição. As configurações e os acessórios do CPAP também podem precisar de revisão.

Como escolher o tratamento mais adequado?

A decisão deve seguir algumas etapas.

Confirmar o diagnóstico

É necessário saber:

  • se existe apneia;
  • qual é o tipo;
  • qual é a gravidade;
  • como está a oxigenação;
  • se os eventos pioram em alguma posição.

Avaliar os sintomas e os riscos

Devem ser considerados:

  • sonolência;
  • cansaço;
  • engasgos;
  • pressão arterial;
  • doenças cardiovasculares;
  • obesidade;
  • risco ao dirigir;
  • profissão.

Avaliar as vias respiratórias e a saúde bucal

A investigação pode incluir:

  • nariz;
  • garganta;
  • língua;
  • mandíbula;
  • dentes;
  • gengivas;
  • mordida;
  • articulações.

Discutir vantagens e limitações

O paciente precisa compreender:

  • objetivo do tratamento;
  • eficácia esperada;
  • possíveis desconfortos;
  • necessidade de acompanhamento;
  • frequência de uso;
  • possibilidade de combinação.

Confirmar o resultado

A melhora subjetiva é importante, mas pode não ser suficiente.

Quando existe apneia, o exame de controle pode ser necessário para confirmar se os eventos respiratórios e as quedas de oxigenação foram reduzidos adequadamente.

Onde encontrar tratamento para ronco e apneia em Campinas?

O atendimento é realizado no Cambuí:

Campinas

Rua Antônio Lapa, 1020 — Cambuí — Campinas/SP

Agende sua avaliação pelo WhatsApp

Veja a localização no Google Maps

Durante a avaliação odontológica, são analisadas as condições bucais relacionadas à possibilidade de uso do aparelho intraoral individualizado.

Quando necessário, o tratamento pode ser integrado ao acompanhamento médico, ao exame do sono e à avaliação de outros profissionais.

Perguntas frequentes sobre tratamento para ronco e apneia em Campinas

Toda pessoa que ronca tem apneia?

Não. Algumas pessoas apresentam ronco primário sem apneia. Entretanto, somente uma investigação adequada consegue diferenciar as duas condições.

O aparelho intraoral elimina o ronco na primeira noite?

Algumas pessoas percebem melhora rapidamente, enquanto outras precisam de adaptação e ajustes progressivos. Não é possível garantir o mesmo resultado para todos.

O aparelho intraoral cura a apneia?

O termo mais adequado costuma ser controle. O aparelho atua durante o uso e exige acompanhamento para verificar se continua eficaz.

Quem usa prótese ou implante pode utilizar o aparelho?

Pode ser possível. A indicação depende da quantidade, da posição e da estabilidade dos dentes, implantes e próteses.

Bruxismo impede o uso do aparelho intraoral?

Nem sempre. O bruxismo precisa ser considerado no material, no desenho, no desgaste e na frequência das revisões.

É possível tratar o ronco sem polissonografia?

O ronco pode ser avaliado clinicamente, mas a suspeita de apneia exige investigação apropriada. Tratar apenas o barulho pode esconder um distúrbio respiratório.

Crianças podem utilizar o mesmo aparelho dos adultos?

Não. Ronco e apneia em crianças exigem investigação pediátrica específica. As causas e os tratamentos podem ser diferentes.

Posso parar de usar o CPAP depois de receber o aparelho?

Conclusão

O tratamento para ronco e apneia em Campinas deve ser escolhido a partir da causa da dificuldade respiratória, da gravidade do quadro e das características de cada paciente.

O CPAP utiliza pressão positiva e costuma oferecer grande capacidade de controle, especialmente quando existem muitos eventos respiratórios ou quedas importantes de oxigenação.

O aparelho intraoral individualizado mantém a mandíbula em uma posição mais favorável e pode ser uma opção para pacientes selecionados, principalmente em casos de ronco, apneia leve, alguns quadros moderados e dificuldade de adaptação ao CPAP.

Mudanças de hábitos, tratamento nasal, terapia posicional e outras abordagens também podem participar da estratégia.

O mais importante é não tratar apenas o barulho.

A redução do ronco é positiva, mas o objetivo principal é melhorar a passagem do ar, preservar a oxigenação e controlar os eventos respiratórios durante o sono.

Assuntos relacionados

Atendimento em outras unidades

O atendimento para avaliação do ronco, da apneia do sono e das condições necessárias para o uso do aparelho intraoral individualizado também está disponível em outras unidades.

Tratamento do ronco e da apneia em Valinhos

Tratamento do ronco e da apneia em Hortolândia

Referências científicas

National Heart, Lung, and Blood Institute — Sleep Apnea Treatment
https://www.nhlbi.nih.gov/health/sleep-apnea/treatment

National Heart, Lung, and Blood Institute — CPAP
https://www.nhlbi.nih.gov/health/cpap

National Heart, Lung, and Blood Institute — Living With Sleep Apnea
https://www.nhlbi.nih.gov/health/sleep-apnea/living-with

American Academy of Sleep Medicine — Diagnostic Testing for Adult Obstructive Sleep Apnea
https://aasm.org/resources/clinicalguidelines/diagnostic-testing-osa.pdf

American Academy of Sleep Medicine — Clinical Use of a Home Sleep Apnea Test
https://aasm.org/advocacy/position-statements/clinical-use-of-a-home-sleep-apnea-test-an-updated-american-academy-of-sleep-medicine-position-statement/

American Academy of Sleep Medicine e American Academy of Dental Sleep Medicine — Oral Appliance Therapy Clinical Practice Guideline
https://aasm.org/wp-content/uploads/2017/07/Oral_appliance-OSA.pdf