A ortodontia é a área da odontologia responsável por avaliar, prevenir e tratar alterações no alinhamento dos dentes e no encaixe da mordida. Mais do que melhorar a estética do sorriso, o tratamento ortodôntico pode contribuir para a mastigação, a higiene bucal, a saúde das gengivas, a estabilidade da mordida e a harmonia facial.
Muitas pessoas associam aparelho ortodôntico apenas à adolescência, mas hoje a ortodontia atende pacientes em diferentes fases da vida. Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar de uma avaliação ortodôntica quando há dentes tortos, espaços entre os dentes, mordida cruzada, mordida aberta, mordida profunda, apinhamento ou dificuldade de encaixe entre os dentes superiores e inferiores.
O Prof. Dr. Paulo Coelho é Especialista e Mestre em Ortodontia, Professor de Ortodontia, e atua com planejamento ortodôntico personalizado, incluindo aparelho ortodôntico convencional, aparelho invisível, Invisalign, aparelho lingual, aparelho autoligado e ortodontia estética.
Quando procurar um ortodontista?
A avaliação com um ortodontista pode ser indicada quando o paciente percebe alterações no sorriso, na mordida ou na posição dos dentes.
Alguns sinais comuns incluem:
- dentes tortos ou encavalados;
- espaços entre os dentes;
- dificuldade para higienizar;
- mordida cruzada;
- mordida aberta;
- mordida profunda;
- desgaste dentário;
- dentes que não se encaixam corretamente;
- dor ou desconforto ao mastigar;
- insegurança ao sorrir;
- dentes que voltaram a entortar após uso de aparelho.
Em crianças, a avaliação pode ajudar a identificar alterações no crescimento facial, hábitos orais, respiração bucal e problemas de desenvolvimento da mordida. Em adultos, o tratamento costuma ter foco em estética, função, saúde periodontal e melhora da posição dos dentes para outros tratamentos odontológicos.
O que a ortodontia pode tratar?
A ortodontia pode atuar em diferentes alterações dentárias e esqueléticas. O tratamento depende do diagnóstico, da idade do paciente, da saúde bucal e dos objetivos clínicos.
Entre os problemas mais avaliados estão:
- apinhamento dentário;
- dentes desalinhados;
- diastemas, que são espaços entre os dentes;
- mordida cruzada;
- mordida aberta;
- mordida profunda;
- dentes projetados;
- assimetrias dentárias;
- falta de espaço na arcada;
- alterações no encaixe da mordida;
- preparo para implantes, próteses ou reabilitação oral.
Nem todo desalinhamento exige o mesmo tipo de aparelho. Por isso, o planejamento deve ser individualizado.
Quais tipos de aparelho ortodôntico existem?
A ortodontia atual oferece diferentes tipos de aparelho, desde opções tradicionais até técnicas mais discretas e estéticas.
Entre as principais alternativas estão:
- Invisalign
- Aparelho Lingual
- Aparelho Invisível
- Alinhador Invisível
- Aparelho Transparente Fixo
- Aparelho Transparente Autoligado
- Aparelho para Cirurgia Ortognática
A melhor escolha depende de fatores como complexidade do caso, estética desejada, idade, disciplina de uso, saúde gengival, rotina do paciente e objetivos do tratamento.
Aparelho invisível
O Aparelho Invisível é uma das opções mais procuradas por pacientes que desejam alinhar os dentes com discrição. O termo pode se referir principalmente aos alinhadores transparentes, que são placas removíveis feitas sob medida para movimentar os dentes gradualmente.
Os alinhadores costumam ser valorizados por sua estética e praticidade, já que podem ser removidos para alimentação e higiene. No entanto, exigem colaboração do paciente, pois precisam ser usados pelo número de horas indicado pelo ortodontista.
O Aparelho Invisível pode ser uma boa alternativa para muitos casos, mas sua indicação depende da avaliação clínica e do planejamento ortodôntico.
Invisalign
O Aparelho Lingual é uma das marcas mais conhecidas de alinhadores transparentes. O tratamento utiliza planejamento digital para organizar a movimentação dentária e produzir uma sequência de alinhadores personalizados.
Muitos pacientes adultos procuram Invisalign por desejarem um tratamento mais discreto e compatível com a rotina profissional e social. Porém, nem todo caso é igual. Algumas movimentações exigem maior controle, uso de attachments, elásticos ou outras estratégias ortodônticas.
Por isso, antes de escolher o Invisalign, é importante entender se ele realmente é indicado para o seu caso.
Aparelho Lingual
O Aparelho Lingual é um aparelho ortodôntico fixo considerado invisível, pois é instalado na parte interna dos dentes, voltada para a língua. Ele permite corrigir o sorriso com discrição, sem aparecer ao sorrir ou falar.
Além da estética, oferece bom controle dos movimentos dentários e não depende da colaboração diária do paciente como os alinhadores removíveis. Por exigir planejamento individualizado e técnica específica, deve ser indicado e conduzido por um ortodontista experiente.
Ortodontia estética
A ortodontia estética reúne opções que buscam corrigir os dentes com mais discrição. Isso pode incluir alinhadores transparentes, Invisalign, Aparelho Lingual, Aparelho Transparente Fixo e Aparelho Transparente Autoligado.
O objetivo não é apenas usar um aparelho menos visível, mas oferecer um tratamento que respeite a estética, a função, a saúde bucal e a rotina do paciente.
Para adultos, esse cuidado é especialmente importante, pois muitos desejam corrigir o sorriso sem comprometer a imagem profissional ou social durante o tratamento.
Ortodontia para adultos
A ortodontia para adultos tem crescido muito. Muitos pacientes procuram tratamento porque não usaram aparelho na infância, porque os dentes voltaram a entortar ou porque desejam melhorar o sorriso antes de outros procedimentos odontológicos.
No adulto, a avaliação precisa considerar:
- saúde gengival;
- perdas dentárias;
- implantes;
- restaurações;
- desgaste dos dentes;
- bruxismo;
- retrações gengivais;
- expectativas estéticas;
- tempo disponível para acompanhamento.
A idade não impede o tratamento ortodôntico, mas o planejamento deve ser cuidadoso e individualizado.
Ortodontia infantil
A avaliação ortodôntica infantil pode ajudar a identificar problemas ainda durante o crescimento. Alguns sinais merecem atenção, como respiração bucal, mordida cruzada, mordida aberta, hábito de chupar dedo, uso prolongado de chupeta, dentes muito desalinhados ou dificuldade de mastigação.
Nem toda criança precisa usar aparelho imediatamente. Em muitos casos, o acompanhamento permite decidir o melhor momento para intervir.
Quando indicado, o tratamento pode orientar o crescimento, melhorar espaço para os dentes permanentes e reduzir a complexidade de tratamentos futuros.
Como é feita a avaliação ortodôntica?
A avaliação começa com uma conversa sobre a queixa do paciente, seus objetivos e sua rotina. Em seguida, o ortodontista analisa a posição dos dentes, a mordida, a face, a saúde gengival e a função mastigatória.
Podem ser solicitados exames complementares, como:
- fotografias;
- radiografias;
- escaneamento intraoral;
- documentação ortodôntica;
- análise facial;
- avaliação periodontal, quando necessário.
Com essas informações, é possível definir o diagnóstico e indicar o tipo de tratamento mais adequado.
Onde o Dr. Paulo Coelho atende?
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📌 Campinas
📍 Rua Antônio Lapa, 1020 – Cambuí – Campinas/SP
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📌 Valinhos
📍 Av. Joaquim Alves Corrêa, 4480 – Sala 1
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📌 São Paulo – Tatuapé
📍R. Cantagalo, 692 – Conj. 618
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📌São Paulo – Brooklin
📍 R. Alcides Ricardini Neves, 12
Perguntas frequentes
Não. A ortodontia pode melhorar a estética, mas também atua na mordida, mastigação, higiene, estabilidade dentária e função.
Sim. Adultos podem usar aparelho, desde que a saúde bucal seja avaliada antes do início do tratamento.
Depende do caso. Invisalign, aparelho invisível, aparelho lingual, aparelho fixo e aparelho autoligado têm indicações diferentes.
Em muitos casos, pode ser uma alternativa. Porém, alguns casos exigem aparelho fixo, aparelho lingual ou recursos auxiliares.
Pode funcionar em muitos casos, desde que bem indicado e usado corretamente. A avaliação ortodôntica define se é uma boa opção.
Sim, especialmente quando há sinais de alteração na mordida, respiração bucal, hábitos orais ou desalinhamento importante.
O tempo varia conforme a complexidade do caso, o tipo de aparelho e a colaboração do paciente.
